Rejeição histórica: O DRAMA do prefeito KEKO do Armazém e as perspectivas para o futuro político do Cabo de Santo Agostinho

Nos últimos anos, o prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém, enfrentou uma série de críticas e erros em sua gestão, resultando em uma alta rejeição por parte da população da cidade. O antigo balconista de armazém, antes querido pelos moradores, passou a ser visto como um gestor que prometeu muito e entregou muito pouco.

Pesquisa CBN mostra Lula Cabral com 35,6% e Keko do Armazém em terceiro com apenas 13,9% das intenções de voto

As denúncias feitas pela oposição ao longo do tempo foram minando sua popularidade, e com pouco mais de um ano para as eleições, Keko do Armazém perdeu o controle da situação. Com diversos Secretários pedindo exoneração e uma gestão sem liderança, a administração de Keko e Arimateia poderá ser classificada como a pior da história do cabo, de acordo com pesquisas. Um claro exemplo de abandono e desinteresse no Cabo por parte do grupo político que “apoia” Keko, é Elias Gomes. O pré-candidato em Jaboatão por exemplo, continua com três grandes secretarias no Cabo e hoje tem o foco eleitoral em Jaboatão. Até quando Keko vai engolir isso ninguém sabe.

Elias Gomes e seu grupo tem três secretarias no Cabo. A de educação que é a mais simbólica tem sofrido muitas críticas pela administração mal avaliada do seu filho Betinho Gomes que é agrônomo de formação

Apesar de ter adquirido 90 milhões de reais para realizar obras, com aproximadamente 88 milhões já gastos, a cidade não viu mudanças significativas, o que contribuiu para sua má avaliação pela população. Segundo pesquisa da CBN, a cidade deve eleger novamente Lula Cabral como prefeito em 2024.

É comum ver muita imundície e fedentina ao ar livre na Cidade do Cabo nos últimos anos

A alta rejeição de Keko do Armazém fez com que sua derrota nas eleições fosse considerada antecipadamente, e isso deve afetar ios partidos que o escolheram como candidato. Seu substituto, o deputado Jefferson Timóteo, pode tentar uma reviravolta nas eleições, mas será difícil desvincular sua imagem da administração criticada e reverter o resultado nas urnas.

Com a política cada vez mais influenciada pela comunicação, Keko do Armazém terá o desafio de lidar com sua imagem desgastada, enquanto a cidade busca por uma liderança política capaz de implementar mudanças efetivas e reconquistar a confiança dos cidadãos. A eleição de 2024 promete ser um marco na história política do Cabo de Santo Agostinho.

Em tempo – Embora hoje não precise, se Resende se unir a Lula Cabral vai dar o troco na mesma moeda a Keko e Elias Gomes em 2024. Elias por sinal já abandonou o Cabo e foi de mala e cuia para Jaboatão.

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