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Queima da Lapinha e Casa da Rabeca preparam encerramento do ciclo natalino em Olinda, neste sábado

Programação vai contar com apresentação de pastoril e cavalo marinho

Publicado por: Analu Pereira, em: 05/01/24 às 11:38

Queima da Lapinha / Praça do Carmo, Olinda Foto: Divulgação / PMO

Uma das mais antigas manifestações culturais encerra, neste sábado (06.01), quando é comemorado o Dia de Reis, os festejos natalinos em Olinda. A Queima da Lapinha terá início às 18h, com a saída de um cortejo da Rua Alto do Sarapião, no bairro do Amaro Branco, seguirá pela Rua do Meio, Praça Dantas Barreto, Rua do Sol até o destino final, a Praça do Carmo. Durante a caminhada, as crianças que carregam a Lapinha (presépio) serão acompanhadas pelo Pastoril Estrela de Belém.

No local, haverá uma apresentação ao som dos cânticos, a morte da contra mestra e, em seguida, a Lapinha é queimada. O público terá a oportunidade de lançar pequenos pedaços de papel com pedidos que, segundo a tradição, são levados para Deus junto com a fumaça da Lapinha. 

O Pastoril Estrela de Belém foi criado há mais 70 anos e passou de geração para geração. Hoje tem como responsável a Mestra Ana Lúcia Nunes, que cuida minuciosamente da formação de mais de 30 meninas que compõem o atual grupo dos cordões azul e encarnado. “Nosso pastoril é a minha maior alegria. Sigo a tradição do meu bisavô, avô e pai com muito orgulho desde os 12 anos”, disse a Mestra Ana Lúcia, de 79 anos.

Festa de Reis da Casa da Rabeca / Cidade Tabajara Foto: Marília Vilas Boas / Cortesia

CAVALO MARINHO

Neste sábado (06.01), acontece a 28ª Festa de Reis da Casa da Rabeca, localizada na Rua Curupira, na Cidade Tabajara. A celebração, que tem início a partir das 19h, reúne grupos de Cavalo Marinho para celebrar a data com apresentações culturais que se estendem por toda a noite. O evento tem apoio da Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda. 

O reisado é uma das mais tradicionais manifestações culturais brasileiras e marca o fim do ciclo natalino, por isso, é o momento em que as famílias desmontam os enfeites. Um dos coordenadores do evento, Pedro Salustiano, filho do rabequeiro e idealizador Mestre Salustiano, falecido em 2008, explica que manter o legado do pai é importante para que as novas gerações conheçam a força e a vitalidade da cultura popular. “Nosso esforço é para que os jovens possam conhecer, apoiar e seguir adiante com essa tradição, além de levar divertimento às famílias pernambucanas”, explicou.

Participam das festividades os grupos olindenses Cavalo Marinho Flor de Manjerona, Cavalo Marinho Boi da Luz, Cavalo Marinho Boi Matuto.

Fonte: Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal de Olinda



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