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Marco Zero reverencia Frevo e tem noite também regida por vozes marcantes de Ludmilla – finalmente de frente ao seu Carnaval de Recife – e Priscila Senna

Segundo dia de festa foi permeado de comemorações carregadas por orquestras, encontro de grupos e agremiações; no palco, mais de 15 artistas desfilaram talento nesta sexta (9). (Foto: Felipe Souto Maior/PCR)

A sexta-feira, em seu dia 9 de fevereiro dedicado ao nosso Frevo, Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, deu ao ritmo o devido protagonismo na maior festa de rua do Brasil. Os festejos no Marco Zero começaram cedo, às 16h, com o PassaFrevo, encontro de grupos e agremiações, num cortejo que saiu da avenida Rio Branco, com passagem também pela Praça do Arsenal.

Movimentando os milhares de foliões presentes no principal polo da capital pernambucana, Maestro Forró e a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, com participações de Toni Garrido, Chico César e Almério, e a Orquestra Frevo do Mundo, com participação de Céu, Uana, Otto, Arnaldo Antunes, Martins e Lenine, honraram o movimento intrinsecamente pernambucano. Com energia e talento transbordando, Ludmilla fez pulsar a multidão, numa noite encerrada com o brega romântico de Priscila Senna. 

A energia trazida pelo Maestro Forró, junto da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, com presenças ilustres de Toni Garrido, Chico César e Almério – além da Orquestra Frevo do Mundo, com participação de Céu, Uana, Otto, Arnaldo Antunes, Martins e Lenine – mexeu com o coração dos apaixonados pelo ritmo. “Tive muitas referências na minha família de cultura popular. O frevo sempre foi muito presente lá em casa, seja por influência de avós, tios, etc”, relata Juliana Costa, 45 anos. “Seria impossível eu passar imune a isso. É algo que bate bem fundo na gente, não só recifenses. Essa festa está linda, do jeito que o frevo merece.” 

Ludmilla incendiou o palco do Marco Zero, enfim encontrando o seu legítimo Carnaval, com uma performance que celebrou o poder da música brasileira contemporânea. A emoção tomou conta dos foliões – e de gente que foi lá justamente pela artista. “Eu sou maluca por essa mulher. Olha a presença dela no palco, a voz dela, o que ela causa na gente. Todo mundo aqui no meu grupo gosta, mas sou doidinha por ela. É Ludmilla no meu fone direto, e agora estou realizando o sonho de poder assistir bem de perto. Isso não tem preço”, comemorou Clara Silva, 32 anos. 

Com uma trajetória marcante e romantismo sempre presente, Priscila Senna brilhou intensamente. Um repertório cheio de sucessos não só no Recife arrastou gente até de estados vizinhos. Foi o caso de Gustavo Rodrigues, 35 anos, que veio de Campina Grande porque já acompanha a cantora há bastante tempo. “Já estudei aqui no Recife, há alguns anos, e foi quando tive o primeiro contato com a música dela. A gente entra devagar, sofrendo por umas paixões de faculdade, mas depois aquele som vai tomando conta e não paramos mais. Felizmente, hoje estou bem resolvido amorosamente, mas já fiquei roendo muito ouvindo ela”, revelou, aos risos. 



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