Os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal aprovaram, no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), um novo aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre gasolina, diesel e gás de cozinha. Os novos valores passam a valer em 1º de fevereiro de 2027. Dois convênios publicados formalizam a atualização. O diesel tem o maior reajuste, de 11,1%, mais que o dobro do percentual da gasolina (4,5%) e do gás de cozinha (4,8%).
O ICMS sobre a gasolina passa de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, alta de 4,5%. No diesel, a cobrança sobe de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro, ou 11,1% a mais. Já o gás de cozinha (GLP) tem o imposto elevado de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo, avanço de 4,8%. O aumento absoluto também pesa mais no diesel, com R$ 0,13 a mais por litro, contra R$ 0,07 na gasolina e no gás de cozinha.
Critério adotado
A atualização é anual e considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Neste reajuste, foram comparados os valores de fevereiro a setembro de 2026 com os do mesmo período de 2025.
Este é o terceiro ano seguido de alta do ICMS sobre combustíveis. O imposto já havia subido em janeiro de 2026. O comunicado aponta que os estados também avaliam antecipar uma eventual nova atualização do tributo sobre o diesel. O motivo é a volatilidade dos preços internacionais dos derivados de petróleo.
Fonte: JC
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