Escada rolante quebrada em estação do metrô do Recife
Alô, Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Há mais de 40 dias que a escada rolante da Estação Central do Recife, localizada no bairro de São José, na região central da capital, está quebrada e sem nenhuma previsão de conserto. Enquanto isso, idosos e pessoas com mobilidade reduzida sofrem para subir a escada normal. Peço que tomem uma providência com urgência para retomar a funcionalidade da escada rolante. Já não basta os constantes defeitos do metrô.
Genival Paparazzi, por e-mail
Jovens em situação de vulnerabilidade
Dá uma pena danada ver jovens, na flor da idade, dormindo em plena luz do dia, aparentemente famintos e em situação de extrema vulnerabilidade, no entorno do Parque da Tamarineira, na Zona Norte da capital. Peço à Prefeitura do Recife, por meio da Assistência Social e das equipes de abordagem de rua, que providencie uma visita ao local para conversar com alguns jovens que vivem em situação de rua e oferecer os encaminhamentos necessários. É preciso oferecer caminhos para que possam recuperar sua dignidade, sua autonomia e a esperança de um futuro melhor.
Izabel Wanderley, por e-mail
Amizades que resistem à política
Tenho observado – e já faz algum tempo – que as amizades estão ficando estremecidas por causa da política. A amizade quando é sincera ela perdura ao longo dos anos e, se por acaso, ela terminar por causa da política, então não era amizade. A polarização que tem acontecido principalmente nas eleições presidenciais está gerando afastamento entre pessoas que antes eram tão próximas e agora, por divergências políticas, quase não dirigem a palavra uma a outra. É preciso saber respeitar a escolha de cada um, afinal, vivemos ou não uma democracia? Este respeito é a base para a continuidade da amizade e deixar ela acabar por causa de ideologias contrárias não vale a pena. As eleições passam, os candidatos vão e vem, dificilmente lembrarão dos amigos que se afastaram por causa deles. Portanto, não vamos perder amigos por causa de política. Vamos fortalecer as amizades, pois elas não têm prazo para acabar e não é necessário ficar renovando de quatro em quatro anos.
Paulo Vasconcelos, por e-mail
Segurança pública dever dos estados
Assistindo ao desorganizado debate dos presidenciáveis na TV Band, que proporcionou brechas para que houvesse desobediência às normas do programa, notei que um dos candidatos, por mais de uma vez, culpou o governo Federal pelos assaltos nas ruas praticados em sua maioria por motoqueiros. Ora, minha gente, o combate a esse e a outros tipos de delinquência compete aos governantes dos Estados. Inclusive, aqui em Pernambuco, a Polícia Militar precisa criar um sistema de repressão a esse tipo de bandidagem, pondo nas ruas centenas de duplas de policiais militares em motos, abordando duplas motorizadas para averiguar se os seus condutores estão armados e/ou regularizados documentalmente.
Cláudio de Melo, por e-mail
Porte de arma
Há quatro anos, na semana do segundo turno da eleição presidencial, a então deputada federal Carla Zambelli (PL) sacou uma arma e perseguiu um jornalista nas ruas de São Paulo. No último domingo (18), novamente um político do PL, desta vez, o deputado estadual Marcelo Aguiar, disparou sua arma de fogo dentro de uma “balada” da elite paulista, e acabou acertando de raspão o pé do apresentador do Globo Esporte de São Paulo, Fred Bruno. É para isso que esses políticos da extrema-direita defendem o porte de arma? Para ameaçarem as pessoas e atentar contra a vida alheia?
Rogério Gusmão, via redes sociais
Fonte: JC
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