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Projeto do Museu do Amanhã promove acesso à cultura de forma inclusiva

O Museu do Amanhã acaba de lançar o projeto de mobilização social e cultural Entre Museus Acessíveis, que conta com patrocínio da Fondation Engie e convida pessoas com deficiência visual e a comunidade surda a ocuparem a cidade e os museus. Em uma mesma semana, os participantes podem conhecer o Museu do Amanhã, às sextas-feiras, e também o Museu da República, às quartas-feiras, a partir de visitas mediadas. As pessoas e instituições interessadas em realizar agendamentos para grupos de 15 a 20 pessoas podem fazer a solicitação através do e-mail [email protected]. O programa, que acontecerá até o mês de novembro, está alinhado com o eixo ético de convivência do Museu do Amanhã e tem o objetivo de oferecer conteúdos de qualidade de forma inclusiva para os mais diversos públicos. Acompanhe  gente também no Instagram, onde você pode receber várias dicas de viagem e conhecer paisagens incríveis! É só clicar AQUI!

                                     

                                            Foto Diculgação / Crédito: Albert Andrade

“O Entre Museus Acessíveis reforça o compromisso do Museu do Amanhã com a democratização do acesso aos museus. A acessibilidade não deve ser pensada somente de forma arquitetônica, mas também de forma estética, de forma a estruturar toda a experiência do visitante no espaço”, afirma Camila Oliveira, Coordenadora de Educação do Museu do Amanhã. Além das visitas semanais no Museu do Amanhã e no museu parceiro, haverá, a cada último sábado do mês, um trajeto de bicicleta pela orla, com educadores e intérpretes de Libras e bicicletas adaptadas, além de instrutores, para o público com deficiência visual. O passeio será oferecido, preferencialmente, para os participantes das visitas mediadas do mês em questão mas, em caso de disponibilidade, poderá ser realizada com outros grupos.

“É um grande orgulho para nós fazer parte do Projeto Entre Museus desde o seu início, em 2017, em parceria com o Museu do Amanhã e outros 23 museus do Rio de Janeiro. Esse ano, o projeto conta com duas edições focadas em diversidade: o Entre Museus Acessíveis e o Entre Museus Antirracistas, reforçando o comprometimento da ENGIE com a diversidade e a inclusão social. A ENGIE acredita fortemente na educação como ferramenta de transformação social e na capacidade dos museus de preparar as crianças e jovens para os desafios da nossa geração”, destaca Mauricio Bähr, CEO da ENGIE Brasil.

Desde 2017 o Museu do Amanhã também promove o programa Entre Museus, que contempla uma série de atividades mediadas com escolas da região da Pequena África no Museu do Amanhã, em conjunto com mais de 20 museus do Rio de Janeiro. Em 2020, em função do isolamento social, a atividade ganhou uma versão digital, levando pílulas de conteúdo audiovisual com destaques de acervos e conteúdos do Museu do Amanhã e de alguns museus parceiros.

Sobre o Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão – IDG. O projeto é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu conta com o Banco Santander como patrocinador máster, a Shell Brasil, ArcelorMittal e Grupo CCR como mantenedores e uma ampla rede de patrocinadores que inclui Engie, Americanas, IBM e B3. Tendo a Globo como parceiro estratégico e Copatrocínio da Light e Raia Drogasil. Conta ainda com apoio de EY, Sodexo, EMS, Rede D’Or, White Martins, Bloomberg, Colgate, Chevrolet, TechnipFMC, Universidade Veiga de Almeida, Granado e BMC Hyundai. Além da Accenture e o British Council apoiando em projetos especiais, contamos com os parceiros de mídia Artplan, SulAmérica Paradiso e Rádio Mix.

Sobre o IDG

O IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão é uma organização social sem fins lucrativos especializada em gerir centros culturais públicos e programas ambientais. Atua também em consultorias para empresas privadas e na execução, desenvolvimento e implementação de projetos culturais e ambientais. Responde atualmente pela gestão do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Paço do Frevo, em Recife, como gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica e como realizador das ações de conservação e consolidação do sítio arqueológico do Cais do Valongo, na região portuária do Rio de Janeiro. Também é responsável pela implementação da museografia do Memorial do Holocausto, a ser inaugurado em 2022 no Rio de Janeiro. Saiba mais no link. Em 2022, o IDG se tornou o responsável pela implementação do Museu das Favelas, em São Paulo.

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Fonte: Folha PE
Autor: Fabiano Antunes

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