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Eleições de 2020: Um novo teste para Gravatá

Mal teve início o ano de 2020 e já começamos a assistir os ataques daqueles que nada fizeram e nada fazem por Gravatá contra aqueles que vêm mostrando um trabalho contínuo. É natural que em anos de eleição, pré- candidatos apresentem suas propostas para vencer seus opositores nas urnas, mas, em Gravatá, o que sempre vimos foi um show de calúnias infundadas e levianas contra o que é feito durante esse período, já que a oposição parece não ter ideias interessantes e concretas para apresentar ao povo, restando- lhes apenas o circo, pautado em fofocas, fake news e destruição de reputações, não importando as consequências, pois a ordem parece ser entrar, a qualquer custo, no jogo da política eleitoreira. No ano que se inicia, não poderia ser diferente.

No dia 02 de janeiro do correte ano, aconteceu uma infeliz fatalidade no Hospital Dr. Paulo da Veiga Pessoa, onde cinco idosos chegaram a óbito. Em nota de esclarecimento, da Secretaria Municipal de Saúde, ficou claro para a população que o fato se tratou de uma triste coincidência. Os familiares dos pacientes que faleceram, inclusive, deram depoimentos, dizendo que seus parentes foram atendidos de forma profissional e com a atenção que os casos requeriam, ficando provado, portanto, que as mortes foram de ordem natural e ocorridas após todos os procedimentos cabíveis terem sido realizados para que a recuperação dos idosos fosse possível.

Mesmo diante disso, de forma irresponsável e para tirar proveito político do acontecido, a oposição acusou os profissionais do hospital por negligência, criando pânico na cidade, em uma tentativa de manchar a imagem do único hospital do município. Ainda mais grave do que isso, foi o fato de terem acusado explicitamente o atual prefeito de ter “matado os cinco idosos”, além de ter enviado denúncias vazias para os órgãos de imprensa da capital, tentando acabar com a autoestima e a identidade do povo, que foi resgatada com muito trabalho durante os últimos 3 anos da gestão.

Esse foi mais um episódio da oposição frágil e descomprometida com a história de Gravatá. Em 2012, foi esta mesma panela que fez uma eleição pautada na mentira, na difamação e na violência. Ganharam as eleições, mas eles próprios descobriram que não tinham projeto para a cidade. Um desastre imperou, a corrupção, o desmonte administrativo e o lixo, que culminou no afastamento do então prefeito, o que envergonhou a centenária trajetória política dos gravataenses.

Em 2016, sem projeto para tirar Gravatá do atoleiro que eles mesmos criaram, tentaram repetir a mesma estratégia de 2012 e não deu certo, porque o povo aprendeu na dor o que foi ter sido enganado. Agora, novamente, sem ter qualquer ideia que valha a pena, tentam, a todo custo, criar a narrativa do medo, da mentira, da intimidação e o pior: subestimam o povo de Gravatá, apostando na máxima de que o POVO TEM MEMÓRIA CURTA.

Nossa certeza é que o povo mostre o contrário e, mais uma vez, agora, em 2020, envie seu recado através das urnas, mandando estes cupins da administração pública ficarem em casa por mais um bom tempo, para que possam (quiçá) aprender a fazer política com dignidade e preparo, conseguindo, sobretudo, trabalhar para o povo, respeitando as pessoas e agindo sempre com a verdade. Que eles possam assistir mais uma vez nossa vitória, para que, então, aprendam a respeitar o povo de Gravatá.


Joeides Pereira da Paz

Secretário de Planejamento e Orçamento de Gravatá

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