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Ossesio Silva vota pela aprovação de ultrassonografia mamária obrigatória no SUS

Brasília (DF) – O deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), votou pela aprovação do Projeto de Lei 7354/17, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar o exame de ultrassonografia mamária como forma de prevenção de câncer de mama. O texto, de autoria do Senado Federal, vai à sanção presidencial.

A medida beneficia as mulheres que não podem ser expostas a radiação, na faixa etária de 40 a 49 anos, ou com alta densidade mamária. Os exames deverão ser gratuitos e feitos mediante solicitação médica em unidades públicas de saúde ou em hospitais e clínicas conveniadas.

Atualmente, a lei garante às mulheres acima de 40 anos a realização da mamografia, um exame diferente, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Especialistas apontam que na presença de tecido mamário denso, o exame não se mostra adequado, nem suficiente para o diagnóstico do câncer de mama.

A proposta justifica que a ultrassonografia é um exame capaz de diagnosticar casos de câncer de mama sem sintomas e que, muitas vezes, não são identificados por meio da mamografia.

Ossesio Silva defendeu a aprovação da proposta selecionada pela bancada feminina da Câmara e destacou que o projeto terá impacto no diagnóstico precoce de mulheres jovens.

“Essa medida é de suma importância, pois vai possibilitar a realização do diagnóstico precoce da doença agilizar o acesso ao tratamento, o que proporcionará maior possibilidade de cura. Além disso, a proposta prevê a ultrassonografia como complementação de diagnóstico da doença, agilizando o início do tratamento quando necessário. Nossas mulheres precisam ser bem tratadas. Continuaremos apoiando tudo que as valorizem e as preservem”, ressaltou o republicano.

 

Diagnóstico precoce

Embora o número de mortes por câncer de mama no Brasil esteja abaixo da média mundial, com uma taxa de 62,9 casos por 100 mil mulheres, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o diagnóstico precoce continua sendo a maneira mais eficaz para aumentar as chances de tratamento da doença.

O procedimento para identificar os genes BRCA1 e BRCA2 ficou mundialmente conhecido após ser realizado pela atriz norte-americana Angelina Jolie. A atriz estava preocupada com o seu histórico familiar, já que sua mãe morreu em 2007, pouco tempo após ter a doença diagnosticada.

 

Mortalidade

Números do Datasus, do Ministério da Saúde, de 2013 a 2017, aponta que 473.762 mil mulheres foram a óbito vítimas de câncer no Brasil. No ano de 2017, por exemplo, 101.639 mulheres morreram por causa da doença. Segundo o INCA, são estimados 59.700 novos casos de câncer de mama em 2019.

Com Informações da Assessoria

Foto: Divulgação

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