O ACASO VAI ME PROTEGER

Por Daniel Sena

Talvez no devaneio de vivenciar uma quase utópica segurança, nos armamos como se nossa principal arma de defesa fosse o ataque. Cidadãos antes ditos normais e fragilizados, agora não mais o serão; pois deixarão de ser alvos vulneráveis dos maus elementos  que se proliferam como ratos nos porões da impunidade e habitam os mais inesperados palácios desta que deveria ser uma grande nação.

Empresários, fazendeiros, comerciantes rurais e metropolitanos, agora viverão dias da mais plena tranquilidade e segurança, de posse de suas “armas”. Para alguns esta liberdade armamentista parece caminhar no sentido oposto a solução dos emergentes problemas que circundam nossa sociedade que se torna cada vez mais cativa de si mesma, e pagando com o sacrifício da própria vida, das suas e dos seus, os erros e omissões de sua autocrática ignorância.

Entretanto, sem tomar partido, no sentido literal da palavra, abstenho-me de expressar nesta objetiva análise dos fatos que borbulham os noticiários cada vez mais aquarelados por uma monocromia cor-de-púrpura, e não é paradoxo, reservo-me a dizer que no desejo pleno de transformação da tela ora exposta, é possível que sigamos cometendo erros e mais erros em busca de acertos que talvez nunca sejamos capazes de apalpá-los, mesmo que, expostos em letras garrafais, prestes a nos devorar, a tão sonhada solução segue, em nossa ótica, num buraco negro.

Talvez no devaneio de vivenciar uma quase utópica segurança, nos armamos como se nossa principal arma de defesa fosse o ataque. Cidadãos antes ditos normais e fragilizados, agora não mais o serão; pois deixarão de ser alvos vulneráveis dos maus elementos  que se proliferam como ratos nos porões da impunidade e habitam os mais inesperados palácios desta que deveria ser uma grande nação.

Empresários, fazendeiros, comerciantes rurais e metropolitanos, agora viverão dias da mais plena tranquilidade e segurança, de posse de suas “armas”. Para alguns esta liberdade armamentista parece caminhar no sentido oposto a solução dos emergentes problemas que circundam nossa sociedade que se torna cada vez mais cativa de si mesma, e pagando com o sacrifício da própria vida, das suas e dos seus, os erros e omissões de sua autocrática ignorância.

Entretanto, sem tomar partido, no sentido literal da palavra, abstenho-me de expressar nesta objetiva análise dos fatos que borbulham os noticiários cada vez mais aquarelados por uma monocromia cor-de-púrpura, e não é paradoxo, reservo-me a dizer que no desejo pleno de transformação da tela ora exposta, é possível que sigamos cometendo erros e mais erros em busca de acertos que talvez nunca sejamos capazes de apalpá-los, mesmo que, expostos em letras garrafais, prestes a nos devorar, a tão sonhada solução segue, em nossa ótica, num buraco negro.

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