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Não quero confusão com ninguém; quero paz e muito trabalho

Já estou no mundo da comunicação há quase 20 anos. Comecei minha
carreira no rádio ainda cedo, aos 15 anos como menor aprendiz.
Comecei de baixo pra cima, sem precisar humilhar nem fazer discórdia
com ninguém.

Primeiro comecei como operador de áudio, passei pela sala de edição de áudio, me tornei sonoplasta, fui programador, tive uma oportunidade de ouro para ser repórter, ganhei programa em horário nobre e hoje sou empresário da mídia e presto serviço para prefeituras, câmaras e empresas privadas de quase 10 cidades.

Ao longo dos últimos anos fui processado inúmeras vezes, mas nunca processei ninguém. Entendo que tudo pode ser resolvido numa conversa amistosa e sobretudo de ‘conciliação’. O tempo está passando rápido, tenho 35 anos e já sou quase um ‘coroa’. Meu rosto e minha cabeça estão tomados por cabelos brancos e isso mostra que estou ficando velho, e cada vez mais experiente.

Notadamente, na minha juventude eu fui muito explosivo, mas a vida me deu vários exemplos de que com seriedade e serenidade tudo se resolve. Não adianta explodir, gritar; tudo se resolve com o ‘tempo’. Nada melhor que o ‘mestre tempo’ pra resolver tudo.

Estamos num ano
eleitoral. Nesta época, nós que fazemos a grande mídia de Gravatá
(Clebson Amsterdan, Gilvan Vieira e Jota Silva) somos procurados
pelos políticos, magnatas do comércio e grande investidores a
política. Estas pessoas querem a fina força criar a discórdia
entre a mídia e os políticos, e confesso: estou cansando desse
jogo.

Tenho conversado com amigos, familiares e sobretudo com ‘Deus’ e há alguns anos tenho evitado falar sobre política em meus meios de comunicação. Isso porque se você elogiar você é ‘babão, se você atacar você é ‘injusto e desleal’. A melhor coisa a se fazer é torna-se neutro, só que quando você se torna neutro você ainda assim é criticado quando mostra a realidade dos fatos.

Não é fácil fazer
imprensa imparcial. Sobrevivemos de todo tipo de política: pública,
econômica e social. Ninguém vive sem as políticas públicas; mas
sem a partidária dá pra viver sim. Preciso sair desse processo
eleitoral com meu nome limpo e cada vez mais alicerçado na imprensa
‘imparcial’ e séria. Repito: não é fácil, mas vou tentar.

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