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João Paulo lamenta ataques aos direitos humanos na gestão de Bolsonaro

AVALIAÇÃO – “Com a idolatria do presidente à barbárie, a situação piorou para líderes indígenas e quilombolas, assim como para defensores dos direitos humanos.” Foto: Roberto Soares

“A situação de direitos humanos no Brasil se deteriorou drasticamente no primeiro ano do Governo Bolsonaro.” A afirmação foi feita pelo deputado {dep: 364606(João Paulo)} (PCdoB), durante a Reunião Plenária desta segunda (16). Segundo ele, a gestão tem adotado medidas que ameaçam o direito à vida, à saúde, à liberdade, à terra e ao território de brasileiros que, no campo ou na cidade, desejam uma vida digna. 

Para o comunista, após dois anos do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, observa-se o maior número de crimes contra defensores de direitos humanos e socioambientais da história recente do País. “Com a idolatria do presidente à barbárie, a situação piorou. Ataques a líderes indígenas e quilombolas e a defensores dos direitos humanos têm crescido”, frisou. 

João Paulo também observou que a Anistia Internacional ressaltou a extinção de órgãos de participação social, a paralisação de demarcações de terras indígenas e de povos tradicionais, as queimadas na Amazônia, além de ameaças e mortes de defensores. “O número de lideranças assassinadas em conflitos de terra no primeiro ano do Governo Bolsonaro foi o maior dos últimos 11 anos”, lamentou.

O comunista citou o caso do líder indígena Paulo Paulino Guajajara, morto em novembro do ano passado, no Maranhão. “Marielle representa todas essas pessoas. São vítimas da banalização do mal e de um modo de pensar dos novos donos do poder, capazes de ir às ruas para pedir a volta da ditadura. Precisamos dar um basta nessas ações e lutar pela democracia”, concluiu.

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