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Doriel Barros relata dificuldades na aposentadoria de trabalhadores rurais da Mata Norte

INSS – Petista participou, pela manhã, da assembleia do sindicato da categoria em Glória do Goitá. Foto: Roberto Soares

Ao tratar de sua participação, pela manhã, da assembleia do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais, em Glória do Goitá (Mata Norte), o deputado {dep: 364500(Doriel Barros)} (PT) expôs, nesta segunda (9), a situação de pessoas que estão tendo o pedido de aposentadoria indeferido. Ele propôs, na Reunião Plenária, que a {com: 17229(Comissão de Agricultura)}, a qual preside, discuta o tema com representantes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Uma senhora me procurou dizendo que trabalhou mais 40 anos na roça e teve a concessão do benefício previdenciário indeferida. Os jornais falam que tem mais um milhão de trabalhadores na lista de espera, e há também uma grande quantidade de pessoas que deram entrada, mas tiveram os benefícios negados”, expôs.

De acordo com ele, o fato está relacionado ao fechamento de agências do INSS, fazendo com que a análise dos benefícios seja feita por servidores de outros Estados, que não conhecem a realidade dos trabalhadores nordestinos. “Vamos convidar o gerente do INSS para uma reunião. Não podemos aceitar essa situação, que está penalizando os mais pobres”, disse.

Barros lamentou, ainda, o fechamento da agência do Banco do Brasil em Glória do Goitá, após um assalto ocorrido no local. A medida está fazendo com que os cidadãos tenham que se deslocar para outros municípios para receber a aposentadoria.

Protesto – No pronunciamento, o petista abordou, ainda, o ato de metalúrgicos realizado em frente à empresa Mercofricon, em Paulista (Região Metropolitana do Recife), do qual também participou. De acordo com ele, o sindicato da categoria (SindMetal) denuncia a demissão, sem motivação, de um representante sindical, situações de assédio moral e condições de trabalho que comprometem a saúde do trabalhador. “Os sindicalistas não vão se curvar diante de intimidações: vão para a rua, protestar e lutar por seus direitos”, afirmou.

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