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Disputa para o MEC se afunila e crescem apostas no líder do governo

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A disputa pelo Ministério da Educação se afunilou nas últimas horas, quando cresceram as apostas entre auxiliares do presidente Jair Bolsonaro, integrantes da ala ideológica e deputados aliados ao Palácio do Planalto no nome do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

Parlamentares aliados de Bolsonaro e auxiliares presidenciais ressaltam que o nome do parlamentar goiano ganhou força após a avaliação de que sua nomeação para o MEC “conciliaria todos os interesses em jogo” na disputa pelo comando da pasta. 

De um lado, a indicação agradaria aos partidos do Centrão, que, em troca, ganhariam o direito de indicar o substituto de Vitor Hugo na liderança do governo. O nome mais cotado é o do deputado Ricardo Barros (PP-PR).

O acerto para indicação de um deputado do PP para o cargo foi discutido por Bolsonaro com o presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PI), em videoconferência na tarde de quarta-feira (08), da qual o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, também participou.

Em outra vertente, a possível nomeação de Vitor Hugo acalmaria a chamada ala ideológica do governo, pois o deputado já teria prometido manter funcionários do MEC ligados ao grupo, entre eles, Carlos Nadalim, atual secretário nacional de Alfabetização.

A nomeação do líder do governo agradaria ainda o próprio presidente, que indicaria um nome de sua estrita confiança e de perfil menos beligerante do que o de Abraham Weintraub – embora seja bolsonarista, Vitor Hugo não costuma apostar em embates públicos com outros poderes.

Outros nomes considerados bem cotados na bolsa de apostas são o do pastor Milton Ribeiro, atual integrante da Comissão de Ética Pública da Presidência, e Anderson Correia, reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que conversou com Bolsonaro nesta quinta-feira (09). 

Também cotado, o reitor da Universidade do Oeste de Santa Catarina, Aristides Cimadon, foi designado nesta sexta-feira (10) por Bolsonaro para integrar o Conselho Nacional de Educação. Para auxiliares presidenciais, a indicação sinalizou que Cimadon não será o escolhido para o MEC.

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