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Agremiações carnavalescas preparam críticas ao Governo Bolsonaro, diz João Paulo

REPÚDIO – “Ele está destruindo o País. Durante o Carnaval, as ruas darão o troco ao som do frevo, do samba e do maracatu.” Foto: Roberto Soares

“Teremos um Carnaval de protestos“. Essa é a expectativa do deputado {dep: 364606(João Paulo)} (PCdoB) em relação aos desfiles das agremiações carnavalescas que se apresentarão em todo o País. O parlamentar destacou que os enredos dos blocos e escolas de samba devem focar em temas que exaltam a Festa de Momo, mas, ao mesmo tempo, repudiar a violência e o clima de intolerância, “reinante no País desde que Jair Bolsonaro assumiu a presidência do Brasil”.

“O machismo e o fascismo têm sido características desse Governo. O presidente é um agressor de mulheres, de jornalistas, de índios, de pobres e dos que pregam a democracia e o respeito mútuo”, apontou. “Ele está destruindo o País, ao atacar nossos costumes e o jeito de ser do brasileiro. Durante o Carnaval, as ruas darão o troco ao som do frevo, do samba e do maracatu.”

Segundo João Paulo, neste ano, das 13 escolas do desfile principal do Rio de Janeiro, dez levarão sambas com letras críticas ou de revolta contra o Governo Federal. “A Mangueira será a mais ferina, mostrando como Cristo reagiria se estivesse vivo nos dias de hoje”, registrou. O deputado destacou que, no Recife e em Olinda, o protesto será comandado pelos blocos: “Agremiações como Eu Acho É Pouco e Amantes de Glória levarão sua revolta para as ruas”, salientou.

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